Não havia nada de novo naquele dia, era a mesma pessoa de sempre, pelo mesmo caminho de sempre, com as pessoas de sempre e a sorrir, como sempre. Talvez tenha sido aí que tudo começou ou talvez tenha sido mais cedo - um dia que nada tinha de novo passou senão a ter tudo de velho.
Começa sempre com uma troca de olhares, não havia razões para ser diferente desta vez. Não foi.
O mesmo propósito, mas com uma tonelada de motivos diferentes desta vez, uma tonelada de movimentos diferentes, com sentimentos, verdadeiros, e, ainda assim, todos eles novos. Foi genuíno e isso bastou.
Tenho o peito cheio de ti e deixo o resto à tua guarda.

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