Tudo é, em algum ponto, novidade. O "problema" das novidades é parecerem demasiado boas, é serem novidades e ao não querermos uma desilusão, desta vez uma nova, fingimos que tudo o que é novo é bom. Fingimos, apenas.
Sei que tudo começou com um propósito, sei que havia uma segunda intenção e não lamento ter-te deixado entrar, lamento apenas ter querido acreditar que muito do que disseste era uma verdade possível. A atenção é boa, assim como a novidade, até deixar de o ser, até que as falhas comecem a aparecer e foi o que foi.
Houve duas novidades, simultâneas, entre uma ou outra escolhi o conhecido.

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