“Odeio sentir-me impotente e odeio ainda mais sentir-me impotente contigo.
Odeio que tudo tenha mudado tanto.
Odeio que todo o sentimento se tenha desvanecido.
Odeio descobrir que nada do que disseste sentir sentias realmente.
Odeio ver-te feliz com alguém do teu lado que não sou eu.
Odeio aquilo a que chegámos, aquilo em que nos tornámos.
Odeio não te conseguir mudar como sempre fiz.
Odeio não valer aquilo que valia.
Odeio que todas as promessas tenham sido em vão.
Odeio ter acreditado em cada palavra, em cada gesto.
Odeio a tua indiferença.
Odeio ter dado tanto.
Odeio o facto de já não te ter, de nunca te ter tido plenamente.
Odeio que agora que cá estou tu não estejas.
Odeio todas as más decisões.
Odeio tudo o que a nós diz respeito.
Odeio não poder voltar.
Amei-te, amei-te de verdade.”
Foi escrito há três anos, mas nunca vez mais sentido que agora.
Vagueamos, mas acabamos por chegar sempre ao mesmo sítio, apenas mudam os companheiros da viagem.

Tenho acompanhado o que escreves minha querida =)
ResponderEliminardevo dizer que tens um talento natural para conseguires descrever o que sentes e o que desejas! Admiro-te ;) mas não digas a ninguém ^^
sentirmo-nos impotentes pode mesmo causar um certo tipo de sentimento revoltante no nosso ser, mas quando alguém nos diz que não o somos, devemos acreditar...
és especial, não pouco, muito!
sabes que gosto muito de tiii ^^
bjinhu gand, Ana